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Bons
uem não fi caria maravilhado ao dedilhar um violão Contreras, Paul Fischer ou
Q
Sérgio Abreu? Só quem já teve a oportunidade de tocar em um violão artesanal fei-
to por luthiers do primeiro time sabe que, cada vez mais, esses instrumentos têm
chegado próximos à perfeição em termos de tocabilidade, sonoridade e recursos
timbrísticos. Alguns violões de autor chegam a ser tão valorizados que se tornam
verdadeiras ‘grifes’ no mercado de instrumentos, tornando-se objetos de desejo por milhares de
estudantes e profi ssionais.
O processo de se fabricar um violão envolve algumas etapas básicas. A escolha da madeira deve
ser feita criteriosamente, assim como o tipo de secagem e de corte empregados, tudo isso somado
às técnicas pessoais de cada luthier. O cuidado que um luthier experiente é capaz de dedicar a um
instrumento exclusivo é de se admirar, mas quanto você estaria disposto a pagar por isso?
Quando falamos de instrumentos industrializados, as etapas de fabricação continuam sendo
basicamente as mesmas. O detalhe, que faz toda a diferença entre um violão artesanal e um indus-
trializado, é que este último é fabricado em escala.
baratos
!
Esta é a razão de ser de uma fábrica: oferecer violões
Ter um violão
por um preço competitivo. Por razões de custos, é
impossível uma fábrica usar madeiras de primeira
industrializado de
linha em todos os seus instrumentos, assim como linhas mais acessíveis
seria incoerente ter um profi ssional cuidando, do
pode ser uma boa
começo ao fi m, de todo o processo de fabricação
de cada um deles.
alternativa para
Dito isso, existiriam situações em que comprar
iniciantes, músicos
um violão industrializado seria preferível a adquirir
Por Miguel De Laet
um violão artesanal? Sim, e muitas, dependendo
da noite e de estúdio
Colaboração: Fábio Carrilho
da necessidade de cada um. Um concertista ja-
mais abriria mão de um instrumento exclusivo, feito milimetricamente para
suas medidas, e gastaria um bocado para adquirir um. Já um
estudante iniciante ou um músico da noite, por exemplo,
provavelmente não teriam toda essa disposição para adqui-
rir um violão artesanal para usar no dia-a-dia. Além disso,
alguns modelos, como os de violão folk, tradicionalmente
Caimbé JDV ASH NYLON
são produzidos por fábricas, e não por luthiers.
Um fato merece destaque. Apesar de ser teoricamente im-
possível comparar o trabalho de um único luthier a um de
uma linha de produção, os violões industrializados, prin-
cipalmente os de linhas mais populares, têm dado um
grande salto de qualidade, principalmente no que-
sito acabamento. Vários modelos industrializa-
dos têm usado madeiras maciças no tampo,
o que tem melhorado consideravelmente
também a qualidade sonora acústica.
Pensando nisso, a Violão PRO apre-
senta a seguir um resumo das situações
em que adquirir um violão industriali-
zado por um preço mais acessível pode ser
uma boa opção. Analisamos também, por gê-
nero de instrumento, alguns modelos interessantes
com uma ótima relação custo-benefício. Boa leitura!
Eagle EG 611NT
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