Para melhorar o trânsito em locais de constantes engarrafamentos, metas: reduzir o tráfego na cidade e vias de acesso em até 40% e,
a Secretaria de Infra-Estrutura e Obras investiu na construção de conseqüentemente, os congestionamentos, a saturação dos esta-
viadutos em diversos pontos da cidade. Doze complexos viários cionamentos e os acidentes de trânsito; fortalecer a estruturação
foram concluídos nos últimos cinco anos e desafogaram o trânsito interna das cidades-satélites e desonerar os custos do transporte
nas saídas Norte e Sul de Brasília. Os viadutos que já estão prontos coletivo, diminuindo o valor das tarifas.
são os do Catetinho/EPIA; Balão do Torto; Samambaia/Recanto das
Emas; Pistão Sul/EPNB; Santa Maria/BR 040; Balão do Aeroporto;
Por todo o percurso, onde foi inserida uma estação, a área local
entroncamento da BR 020 (1o acesso a Sobradinho), balão do Co-
foi revitalizada houve a reforma da tradicional Galeria dos Estados,
lorado e Pólo Verde. Ainda estão previstos para serem construídos
com a construção de sanitários e acessos para portadores de ne-
o viaduto de interseção do Park Way com a EPTG e outro que se
cessidades especiais; a recuperação da Praça do Relógio, em Tagua-
estende do Eixo Monumental à EPIA (Rodoferroviária).
tinga, incluindo o próprio relógio, símbolo da cidade; a construção
de passarelas subterrâneas, vitalizadas para comércio e serviços,
O Metrô-DF, com obras iniciadas em 1994, é um relevante em-
ligando Eixo L ao Eixo W, em todas as estações da Asa Sul, permi-
preendimento e traz arraigado o mesmo espírito transformador,
tindo a travessia segura dos pedestres sob o Eixo Rodoviário, ainda
de pioneirismo e coragem. Em abordagem mais ampla, segundo
que não seja para utilizar o metrô.
alguns estudiosos, vem retomar o ordenamento do DF, preservan-
do e restabelecendo para o futuro as características que fizeram Na opinião do governo local, o Metrô-DF, mais do que o principal
de Brasília Patrimônio da Humanidade, unindo e reconciliando as articulador de transporte urbano, é um agente de transformação da
quatro escalas de Lúcio Costa: Monumental, Residencial, Gregária economia do DF: o fluxo interno de pessoas nas estações irá multi-
e Bucólica. No dia 31 de março de 2001, o governador do Distri- plicar a demanda por comércio de produtos e serviços. O próprio
to Federal descerrou a placa comemorativa na Estação Central, Metrô-DF disporá de novos postos comerciais em estações, ter-
inaugurando oficialmente o Metrô-DF. O gesto marcou o encer- minais e passarelas. Registra-se ainda expressivo aumento no valor
ramento da primeira etapa de obras e a entrada definitiva na fase de mercado dos imóveis, principalmente nas imediações da linha.
operacional. Desde o início da construção, milhares de postos de trabalho foram
criados e a frota de trens tem vida útil superior à de outros veículos
O Complexo Administrativo e Operacional do Metrô-DF (CAO),
de transporte coletivo, reduzindo custos. Contabiliza-se uma gera-
em Águas Claras, abrange uma área de 600 mil metros quadrados,
ção estimada de mais de 15 mil empregos diretos e indiretos.
com aproximadamente 18 quilômetros de vias operacionais. Reúne
as unidades administrativas da Companhia, o Centro de Contro-
As obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgotos
le Operacional (CCO) e o Pátio Águas Claras, com oficinas e edi-
(ETE) do Gama, localizada próxima ao Ribeirão Ponte Alta, be-
ficações destinadas a atividades de conservação e manutenção da
neficiando mais de 200 mil pessoas e as da Estação Elevatória de
frota, agregando engenheiros, arquitetos, projetistas, desenhistas,
Esgotos 1 do Gama Sul, pretendem solucionar os problemas do sis-
técnicos, programadores, analistas, administradores, economis-
tema de esgotamento sanitário da cidade. A um custo de aproxima-
tas, contadores, advogados, psicólogos, comunicadores, médicos,
damente R$ 14,2 milhões, essa estação de tratamento de esgotos
equipe de apoio e da área operacional, como agentes, seguranças,
terá a capacidade para tratar até 544 litros por segundo de esgotos,
pilotos, as equipes da Coordenadoria e do Brasmetrô e toda uma
atendendo a uma população de 200 mil habitantes.
miríade de profissionais trabalhando para a concretização e o de-
senvolvimento da obra. O projeto do Metrô-DF prevê mais de 40 Um dos fatores positivos atribuídos a Brasília por seus habitantes
km de linhas, englobando trechos em Samambaia, Ceilândia, Tagua- é o nível de qualidade de vida. Essa convicção é comprovada pelo
tinga, Águas Claras, Guará e Plano Piloto. E pretende, entre outras Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), medido pelo Programa
95
Page 1 |
Page 2 |
Page 3 |
Page 4 |
Page 5 |
Page 6 |
Page 7 |
Page 8 |
Page 9 |
Page 10 |
Page 11 |
Page 12 |
Page 13 |
Page 14 |
Page 15 |
Page 16 |
Page 17 |
Page 18 |
Page 19 |
Page 20 |
Page 21 |
Page 22 |
Page 23 |
Page 24 |
Page 25 |
Page 26 |
Page 27 |
Page 28 |
Page 29 |
Page 30 |
Page 31 |
Page 32 |
Page 33 |
Page 34 |
Page 35 |
Page 36 |
Page 37 |
Page 38 |
Page 39 |
Page 40 |
Page 41 |
Page 42 |
Page 43 |
Page 44 |
Page 45 |
Page 46 |
Page 47 |
Page 48 |
Page 49 |
Page 50 |
Page 51 |
Page 52 |
Page 53 |
Page 54 |
Page 55 |
Page 56 |
Page 57 |
Page 58 |
Page 59 |
Page 60 |
Page 61 |
Page 62 |
Page 63 |
Page 64 |
Page 65 |
Page 66 |
Page 67 |
Page 68 |
Page 69 |
Page 70 |
Page 71 |
Page 72 |
Page 73 |
Page 74 |
Page 75 |
Page 76 |
Page 77 |
Page 78 |
Page 79 |
Page 80 |
Page 81 |
Page 82 |
Page 83 |
Page 84 |
Page 85 |
Page 86 |
Page 87 |
Page 88 |
Page 89 |
Page 90 |
Page 91 |
Page 92 |
Page 93 |
Page 94 |
Page 95 |
Page 96 |
Page 97 |
Page 98 |
Page 99 |
Page 100 |
Page 101 |
Page 102 |
Page 103 |
Page 104 |
Page 105 |
Page 106 |
Page 107 |
Page 108 |
Page 109 |
Page 110 |
Page 111 |
Page 112 |
Page 113 |
Page 114 |
Page 115 |
Page 116 |
Page 117 |
Page 118 |
Page 119 |
Page 120 |
Page 121 |
Page 122 |
Page 123 |
Page 124 |
Page 125 |
Page 126 |
Page 127 |
Page 128 |
Page 129 |
Page 130 |
Page 131 |
Page 132 |
Page 133 |
Page 134 |
Page 135 |
Page 136 |
Page 137 |
Page 138 |
Page 139 |
Page 140 |
Page 141 |
Page 142 |
Page 143 |
Page 144 |
Page 145 |
Page 146 |
Page 147 |
Page 148 |
Page 149 |
Page 150 |
Page 151 |
Page 152 |
Page 153 |
Page 154 |
Page 155 |
Page 156 |
Page 157 |
Page 158 |
Page 159 |
Page 160 |
Page 161 |
Page 162 |
Page 163 |
Page 164 |
Page 165 |
Page 166 |
Page 167 |
Page 168