"A escrita nada mais é do que um sonho
portador de conselhos”
Jorge Luis Borges
"Escrever sobre as
sensações
experimentadas e as
reflexões originadas de
um evento traumático
pode ajudar a superá-lo
com mais facilidade. É o
que demonstra um estudo
conduzido por pesquisadores
da Universidade de Iowa,
nos Estados Unidos. Os
cientistas verificaram que aqueles que colocaram no
papel o que sentiram e também o que aprenderam
com os acontecimentos melhoraram os
relacionamentos sociais e ganharam mais força
e alegria de viver". Esta notinha foi publicada, em
2002, pela IstoÉ on-line na coluna Viva Bem.
Passados seis anos, a revista Mente e Cérebro,
trouxe em abril passado (edição 183) a matéria
Escrita para curar. Dizendo que, em alguns casos,
escrever de forma orientada sobre experiências
traumáticas pode ajudar pessoas a refletir
sobre si e a superar a dor da perda. Registrar no
papel experiências negativas, como um luto, pode
ser uma técnica terapêutica eficaz em determinadas
circunstâncias.
Alguns estudos mostram efeitos da narrativa
escrita sobre a saúde em geral, física e
psíquica, mesmo de pessoas sãs. Os resultados
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