biblioterapia é a ‘identidade dinâmica’. O processo de
identificação do leitor/ouvinte vale-se da introjeção e
da projeção. Parte-se do pressuposto que toda
experiência poética é catártica e que a liberação da
emoção produz uma reação de alívio da tensão e
purifica a psique, com valor terapêutico”.
Assim, podemos notar que a palavra escrita – seja
ela produzida pelo autor do texto ou interpretada
pelo leitor – quando bem orientada pode servir a
outros propósitos além das expressões estética e
comunicativa. Vimos que pode ser o texto escrito um
agente terapêutico para nós seres sociais, criativos e
comunicativos por natureza.
Referências:
BARBERI, Massimo. Escrita para curar. Revista Mente e
Cérebro. Edição 183. Abril/2008. Disponível em
http://www2.uol.com.br/vivermente/sumario/
Blog Ato Com Texto
http://atocomtexto.blogspot.com 10 maio
2008.
CALDIN, Clarice Fortkamp. A Leitura como função
terapêutica: biblioterapia. Disponível em
http://www.encontros-bibli.ufsc.br/Edicao_12/caldin.html
acessado em 10 maio 2008.
National Association for Poetry Therapy (NAPT)
http://www.poetrytherapy.org/ acesso 10 maio 2008.
Pereira, Cilene. Escrita Terapêutica. IstoÉ Independente.
Coluna Viva Bem. Edição 1718 (30.08.2002). disponível em
http://www.terra.com.br/istoe/1718/1718vivabem.htm acesso
10 maio 2008.
SCLIAR, Moacyr. Palavras que curam. Revista Mente e
Cérebro. Edição 184. maio/2008.
Site Terapia da Palavra
http://terapiadapalavra.googlepages.com/ acesso 10 maio 2008.
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